Revisão na legislação de doação de órgãos deve facilitar processo de transplantes no Brasil

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No Dia Nacional da Doação de Órgãos, Central Nacional Unimed relembra alguns números e traz relato de paciente, que teve o rim transplantado no Hospital do Rim, em São Paulo

 

     São Paulo, setembro de 2019 – Com a possibilidade de mudança na legislação da doação de órgãos, que prevê derrubar a obrigatoriedade de a família autorizar essa prática, o fluxo de transplantes no país deve ser impulsionado. De acordo com o Projeto de Lei 3.176/2019, que está em tramitação no Senado, qualquer pessoa com mais de 16 anos, que não se manifeste contrária, será doadora após a morte. Desse modo, não será mais obrigatório que a família do falecido dê a palavra final. O assunto vem à tona em uma data emblemática: esta sexta-feira, 27 de setembro, é celebrada como o Dia Nacional de Doação de Órgãos e Tecidos.

A realização de transplantes no País nos últimos anos tem crescido. Em 17 anos, o número total saltou de 3.526 para 8.853 (em 2018), segundo o Ministério da Saúde. A previsão é de que o número de doações continue subindo nos próximos anos, podendo acelerar depois da mudança na legislação, como endossa o médico cirurgião de transplantes e membro do departamento de fígado da Associação Brasileira de Transplantes e Órgãos (ABTO), André Ibrahim David. “Estamos sempre pensando em formas de incentivar o debate e o interesse pela doação. Recentemente, a ABTO chegou a propor a criação de um aplicativo para as pessoas manifestarem o interesse, ideia que está sendo avaliada”, afirma o especialista, que opera na Beneficência Portuguesa, sendo muitos dos pacientes beneficiários da Central Nacional Unimed (CNU).

A operadora Central Nacional Unimed destaca a importância da doação de órgãos e tecidos. E tem trabalhado cada vez mais incentivar a prática, por meio de parcerias com diversos hospitais como Beneficência Portuguesa e Hospital do Rim, em São Paulo, Hospital São Rafael e Hospital Português, em Salvador.

História de um transplantado

Um dos beneficiados em vida com a prática foi o advogado paulistano André Troesch Oliveira, que teve o rim transplantado em junho deste ano. Conheça a história dele:

Era 1h da manhã, quando tocou o telefone da casa do advogado. Pelo histórico da família – a mãe de André tem problemas cardíacos -, ele ficou assustado. Do outro lado da linha, a notícia que ele aguardava fazia mais de 3 anos: o Hospital do Rim ligava para confirmar que havia um rim disponível e que poderia ser transplantado nele. A confirmação só viria se ele fosse compatível. Para isso, o paciente teria que estar às 8h do dia seguinte no Hospital do Rim, na capital paulista, para fazer o exame de compatibilidade. A ansiedade foi grande e em menos de sete horas ele já estava no local. “Não consegui dormir. O hospital avisou outros pacientes, mas eu sabia que tinha chance”, lembra André.

O advogado sempre fez doação de sangue e nunca imaginou que um dia precisaria que alguém lhe doasse um órgão. “Todas as pessoas deveriam ser doadoras. Apenas quem é contrário é que deveria se manifestar. O processo seria mais simples e mais pessoas se beneficiariam” diz o advogado.

Confirmada sua compatibilidade com o rim, André, beneficiário da Central Nacional Unimed, recebeu o novo órgão nesse dia. Após três meses da cirurgia, ele só tem elogios. Ainda em setembro, ele está fazendo aplicações de medicamentos devido à baixa imunidade do organismo, um processo comum depois de transplantes. Com isso, precisa ir duas vezes por dia ao Hospital do Rim, processo que será realizado por um mês. “O transplante valeu muito a pena. Agora, caminho para um processo menos intenso e com mais qualidade de vida”, diz.

Antes do transplante, André trabalhava muito até que um dia precisou faltar a uma sessão de hemodiálise. O médico que acompanhava o caso chamou a atenção dele: “Você não pode brincar com a vida”. Os dias de hemodiálise eram bem desgastantes. Ele ficava quatro horas na clínica três vezes por semana, o que limitava bastante sua vida. Quando viajava, tinha que dar um jeito de fazer as sessões onde dava. “Conheci clínicas no Ceará, Pernambuco, usando máquina nova e máquina velha. Enfim conheci um pouco da saúde pública nesse Brasil afora”, afirma André, agora satisfeito com a nova vida.

 

Sobre a Central Nacional Unimed

A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira de clientes é composta por cerca de 1,7 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. Também trabalha com PME e foco regional em Salvador, São Luís, Brasília e São Paulo. Em 2018, a Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 5,6 bilhões (+9,3% em relação a 2017). É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar e uma das melhores para se iniciar a carreira. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 345 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina.

Atualmente, o Sistema Unimed é líder no mercado nacional de planos de saúde, com 37% de market share, 17 milhões de beneficiários e presença em 84% do território nacional. São 4,6 mil municípios atendidos, 115 mil médicos cooperados e a 2ª maior rede hospitalar no país. Em 2018, as cooperativas Unimed geraram receita de R$ 63,1 bilhões com a operação de planos de saúde.

 

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