Evento de lançamento da BioX reúne rock, energia limpa e blockchain

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Por Geraldo Marques

Imagine juntar rock, energia limpa e tecnologia blockchain num só lugar? Pois foi esta trinca que marcou o lançamento da BioX Energy, no último sábado, 7 de março. A empresa marca a chegada do primeiro token que vai ser gerado a partir da transformação de lixo em energia limpa, tudo isso com tecnologia blockchain aplicada em alguns processos da empresa. A festa foi na casa do acionista e co-fundador da BioX, Alexandre Passos, que recebeu cerca de 550 convidados em São Paulo. E, claro, eu, como consultor e advisor deste novo projeto, só tenho motivos para comemorar.

Vivemos a chamada Era do Lixo. Logo, transformar o lixo em energia limpa sem gerar resíduos é uma sacada de mestre. Sem contar que o planeta agradece! Além deste assunto, conversei muito com Sam Lee, fundador e CEO do Blockchain Centre e um dos sócios-fundadores da Binance. Em pauta, como desmistificar a tecnologia blockchain. Ele me disse que o Brasil, muito em breve, será o décimo quinto país a adotá-la nos seus mais variados sistemas financeiros. Resta aguardar para conferir!

Voltando à festa: também não posso deixar de falar do show com músicos do Guns N’ Roses: o baterista Matt Sorum e o guitarrista Gilby Clark, além do vocalista Sebastian Bach, do Skid Row. Ninguém ficou parado e a BioX mostrou que veio com tudo. A festa contou ainda com a participação do skatista de projeção mundial, Bob Burnquist, que apoia o projeto por ter sinergia com seu projeto social de incentivar o skate pra todos.

Saiba mais sobre a BioX

A BioX é uma empresa que veio para mudar muitos paradigmas. Ela desenvolveu um sistema de tratamento de lixo com impacto zero para o meio ambiente. A planta, tem tamanho expansivo, e vai desde uma planta completa para cidades ou municípios ou até uma versão em Container móvel que pode ser instalada em fábricas ou aterros. Por exemplo: uma planta capaz de tratar 24 toneladas de lixo por dia consegue produzir aproximadamente 24 megawatts de energia, o suficiente para iluminar 3.960 casas.

Ou seja, todo tipo de resíduo pode ser transformado em energia: do lixo orgânico ao lixo hospitalar. Os resíduos passam pelo processo de pirólise ou gaseificação por meio da decomposição química e calor (sem oxigênio e, portanto, sem queima). A pirólise e a gaseificação são métodos autossustentáveis completos. O processo produz energia limpa que pode ser negociada no mercado livre de energia.

E o que resta depois de tudo isso?

Nada. Todo lixo vira energia ou subprodutos sustentáveis.

0% desperdício. 100% aproveitamento. Desta forma, em um mundo em que a energia é gerada através do processamento de resíduos, é possível a criação de uma criptomoeda lastreada no lixo.

Sim, um novo sistema econômico. Autossustentável, consciente e, sobretudo, limpo. Bem-vindo ao futuro. Bem-vindo à BioX.

Geraldo Marques assina a Coluna Mundo Blockchain no Inova360, parceiro do portal R7, e é comentarista sobre o tema no programa de TV Inova360, na Record News. Empreendedor e especialista em criptoativos, viajou mais de 70 Países pesquisando aplicações de blockchain, tokens e criptomoedas. Foi co-fundador do token brasileiro WIBX e sócio-fundador do Fundo de Aceleração, Funding e Mentoria de startups InovaHub. É também sócio-fundador da empresa de consultoria, assessoria e desenvolvimento em blockchain Conectelo.

www.conectelo.io