Esqueça os milagres, truques e foque em técnicas sustentáveis!

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Por Zup IT

Para entender quando e como utilizar a metodologia Growth hacking é preciso buscar estudar mais sobre as técnicas que já eram discutidas e utilizadas por gente como Andrew Chen, Dave McClure, Steve Blank e Marc Andreessen desde 2007. E, depois, com uma visão mais técnica sobre métricas, marketing, produto e experimentos, em uma era pós Lean Startup, com Eric Ries, Brian Balfour e Sean Ellis.

Recomendamos também conferir o AMA w/Eric Ries & Sean Ellis: The intersection of Lean Startup and Growth Hacking que é uma grande aula.

Growth hacking, que pode ser enxergado como metodologia ou mindset, utiliza de processos e é baseado em testes e experimentos que podem ser calibrados de acordo com dados, métricas, comportamento do consumidor e alinhados com o tempo de desenvolvimento de uma aplicação, quando o foco é produto. A experiência em marketing ou desenvolvimento é bem-vinda, por isso temos muitas migrações de carreira dessas áreas e recomendamos também migração das áreas de engenharias, estatística etc.

Reforçamos que o objetivo do artigo é falar sobre qual é o momento ideal para você focar em um crescimento acelerado para sua startup, e ainda, se ela não for uma startup, quando e como você deve aplicar Growth.

Mas eu não sou uma startup…

O que diferencia uma startup de um núcleo de negócios em uma corporação, o lançamento de um produto ou o serviço de uma empresa?

Temos, nesse caso, o fator legado acumulado por essa empresa, normalmente nas maiores ou com mais tempo de existência, esse legado é o resultado de problemas que não foram resolvidos e geraram uma gordura que pode estar presente de forma negativa em pessoas, projetos, software e até na cultura da empresa. Outros fatores presentes em grandes corporações são os níveis de maturidade, os silos (afastamento de áreas envolvidas), detalhes políticos e burocracia.

Além disso, existem as diferenças de hierarquia e também das rodadas de investimento (Seed, Séries A, B…), em que outras realidades, que não são as das startups, ficam de fora.

Nesse caso, para que a gente possa avançar,  podemos usar a ótica de  projetos, usando  rotinas de “agile” (conjunto de metodologias usadas no desenvolvimento de software) voltadas principalmente a produto. O esforço vai ser maior ou menor apenas no quesito política e na relação com os stakeholders do projeto, mas se você enxergar pela ótica de projeto, growth hacking vai fazer muito mais sentido.

Em startups, os processos acontecem normalmente de uma forma mais holística. O desafio nas corporações será esse envolvimento de growth em 360º da operação, trabalhando com um viés forte de cultura de dados e métricas e a inclusão de growth em sprints (reunião de um grupo de colaboradores para o desenvolvimento específico de um projeto) ou em esteiras paralelas.

Um caminho efetivo é aplicar uma série de processos e workshops de capacitação para fazer com que essa maturidade suba por times e escale pela empresa toda.

Veja também:  www.zup.com.br/blog/entenda-o-que-e-product-market-fit

Imagem: Pixabay

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